Amsterdam: turismo jovem, cultura de gente grande

Maio 4 2018

Dentre as características mais marcantes de Amsterdam está a fama, plenamente justificada, de ser um reduto de ‘turismo jovem’.

Uma quarta parte da cidade é formada de água, o que torna o ambiente físico plural e arejado graças aos inúmeros canais e pontes, certamente a primeira impressão de impacto que se nota – bicicletas por todos os lados, as vias aquáticas repletas de barcos de diversos tipos, gente cruzando os espaços em vários sentidos.

Por si só, essa imagem dinâmica tem a marca da juventude de seus visitantes, o que se confirma com a atividade noturna, explosiva, pujante, imparável.

Não quer dizer, por essa razão, que a Veneza do Norte fique devendo a outras cidades europeias quanto à oferta cultural e artística.

Amsterdam é transgressora, multicolorida e agitada, mas seus museus e propostas de acesso à cultura dão o toque de sofisticação que a torna ainda mais atraente.

Amsterdam: um museu a céu aberto

Se levarmos ao pé-da-letra, Amsterdam é, na verdade, um museu a céu aberto. Um giro pelo centro histórico é a prova disso.

Na Praça Dam (imagem), cenário dos encontros públicos mais importantes da cidade, estão o Palácio Real e a Igreja Nova, dominados visualmente pelo imponente Monumento Nacional de Libertação, uma homenagem em mármore, com 22 metros de altura, às vítimas da Segunda Guerra.

Também na praça está o cultuado Museu Madame Tussaud e, numa caminhada de 700 metros, chega-se à Casa de Anne Frank, uma atração obrigatória da cidade.

O marco zero dos museus, porém, fica mais ao sul, pouco mais de dois quilômetros da Praça Dam, na Museumplein (Praça dos Museus), um efervescente núcleo de visitação e local de celebrações e festivais, marcado pelo indefectível letreiro que domina a área, ‘I amsterdam’, em vermelho e branco.

Amsterdam foi a cidade inspiradora para a coleção Inverno 2018 da Freeway

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